Alon Ohel, um jovem de 29 anos, foi sequestrado pelo grupo extremista Hamas no dia 7 de outubro de 2018, quando visitava a Faixa de Gaza. Desde então, sua mãe, Tami Ohel, tem vivido em uma constante angústia e ansiedade, lutando todos os dias pela libertação de seu filho. Hoje, mais de 600 dias após o sequestro, Tami ainda mantém sua fé e esperança de que Alon voltará para casa são e salvo.
Tami Ohel é uma mulher forte e determinada, que nunca desistiu de lutar pelo retorno de seu filho. Desde o momento em que soube do sequestro, ela tem feito de tudo para chamar a atenção das autoridades e da mídia para o caso de Alon. Ela tem dado entrevistas, feito campanhas nas redes sociais e até mesmo viajou para Israel, Estados Unidos e Europa para falar com líderes políticos e buscar ajuda para a libertação de Alon.
Em meio a toda a angústia e incerteza, Tami tem se mantido firme em sua fé e esperança. Ela acredita que seu filho está vivo e que em breve poderá abraçá-lo novamente. Em suas palavras, “tenho fé em Deus e acredito que Ele está com Alon. Eu sei que ele está em um lugar seguro e que logo estará de volta para casa”.
Mas a luta de Tami também tem se estendido para além da busca por seu filho. Ela tem usado sua voz para falar sobre os perigos e as consequências do terrorismo e do sequestro de cidadãos inocentes. Ela se tornou uma porta-voz das famílias de reféns e tem lutado para que o mundo não se esqueça de Alon e de tantas outras pessoas que ainda estão em cativeiro.
Além disso, Tami também tem destacado a importância do papel de Donald Trump no processo da libertação de reféns. Desde o início de seu mandato, o presidente dos Estados Unidos tem buscado formas de trazer os cidadãos americanos que foram sequestrados por grupos terroristas de volta para casa. E seu governo tem obtido sucesso nessa missão.
Em 2019, Trump enviou um avião para resgatar Danny Burch, um refém americano que estava em cativeiro no Iêmen. E em 2020, o presidente conseguiu a libertação do empresário norte-americano Mark Frerichs, que havia sido sequestrado pelo Talibã no Afeganistão. Porém, o caso de Alon Ohel é mais complexo, pois envolve a atuação de um grupo extremista que se opõe a qualquer tipo de negociação e sequestro.
Mesmo assim, Tami Ohel acredita que Trump pode fazer a diferença nesse processo. Ela tem esperança de que o presidente continue a apoiar sua causa e use sua influência política para pressionar o Hamas a libertar Alon e outros reféns. E ela afirma que, assim como nos casos anteriores, sua fé em Deus e em Trump a mantêm forte e determinada na busca pelo retorno de seu filho.
Enquanto isso, a família e amigos de Alon continuam a lembrá-lo em suas orações e mantêm as esperanças de que logo ele será libertado. E Tami Ohel, mesmo em meio à dor e à incerteza, não perde a oportunidade de transmitir uma mensagem de amor e esperança. “Meu filho é uma pessoa maravilhosa e eu sei que ele está lutando para voltar para casa. Por isso, eu só posso pedir a todos que continuem a orar por ele e pelas famílias de outros reféns. Juntos, podemos fazer a diferença”, diz ela.
Por fim, é importante lembrar que, além de ser um caso pessoal para Tami Ohel



