Com apenas 19 anos, Layssa Barbalho já está fazendo história na ciência. A jovem brasileira, natural de Belém, no Pará, se dedica à astronomia desde os 9 anos e, com sua paixão pelo espaço, conquistou prêmios e contribuições significativas para projetos científicos de renome internacional.
Recentemente, Layssa chamou a atenção ao ser a primeira brasileira a participar do projeto japonês de ciência cidadã HSC – Hyper Suprime-Cam, liderado pelo Observatório Astronômico Nacional do Japão. O objetivo do projeto é mapear o céu noturno em busca de galáxias e estrelas distantes, utilizando uma câmera de 870 megapixels. E Layssa foi uma das responsáveis por ajudar nessa tarefa, classificando mais de mil galáxias em apenas cinco dias de trabalho.
Todo esse feito só foi possível graças à internet e a plataforma online do projeto, que permite que pessoas de todo o mundo possam contribuir com a ciência e ajudar a desvendar mistérios do universo. Layssa, que cursa astrofísica na Universidade Federal do Pará, viu nessa oportunidade uma forma de colocar seus conhecimentos em prática e contribuir para um projeto de larga escala.
Não é à toa que Layssa tem se destacado na área da astronomia. Com apenas 13 anos, ela conquistou o primeiro lugar na competição “Jovem Cientista”, organizada pela Universidade Federal do Piauí e pelo Parque de Ciência e Tecnologia do Piauí, com uma pesquisa sobre meteoros. Desde então, ela tem participado de diversas feiras e eventos científicos, compartilhando seu conhecimento e despertando a curiosidade de outros jovens pela área.
Além disso, Layssa também já foi premiada na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, realizada na Indonésia, em 2015, e conquistou o segundo lugar na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, em 2016, realizada na Colômbia. Essas premiações só comprovam o talento e o esforço da jovem em se dedicar à ciência.
Com todo esse destaque, Layssa tem sido reconhecida como um exemplo inspirador para outros jovens brasileiros. Em entrevistas, ela conta que seu interesse pela astronomia surgiu ainda na infância, quando observava o céu estrelado em sua cidade natal. E foi com a ajuda de seu pai, que sempre a incentivou e a apoiou, que ela deu os primeiros passos nesse mundo fascinante da ciência.
É importante destacar que Layssa não é a única jovem brasileira a se destacar na astronomia. Atualmente, temos um grupo de jovens cientistas que estão colocando o Brasil no mapa da ciência mundial. São brasileiros que estão estudando e pesquisando em grandes universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo, contribuindo para avanços importantes na ciência.
E essa contribuição não se limita apenas à astronomia. A participação de jovens em projetos de ciência cidadã tem se mostrado cada vez mais relevante para o desenvolvimento de novas tecnologias e descobertas científicas. Afinal, esses jovens trazem consigo uma visão inovadora e criativa, além de serem capazes de se adaptar facilmente às novas tecnologias e ferramentas de trabalho.
O caso de Layssa é um exemplo de como os jovens brasileiros são talentosos e preparados para enfrentar desafios científicos e conquistar seu espaço no mundo da ciência. O incentivo à educação e à pesquisa científica desde cedo é fundamental para que tenhamos cada vez mais jovens interessados e engajados no estudo do universo.
E a história de





