Em 20 de julho de 1969, a humanidade deu um grande salto para a frente quando o astronauta Neil Armstrong deu um pequeno passo na superfície lunar e proclamou: “Este é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigante para a humanidade”. Esse momento icônico marcou a primeira vez que o ser humano pisou na Lua, um feito histórico que inspirou gerações e abriu as portas para novas descobertas e explorações espaciais.
Agora, em 2026, vivemos novamente a véspera da reconquista da Lua, mas com mudanças extraordinárias de abordagem. Dessa vez, não se trata apenas de uma corrida entre nações para ser o primeiro a chegar ao nosso satélite natural, mas sim de uma colaboração global em busca de novos desafios e avanços científicos.
Desde a missão Apollo 17, em 1972, nenhum ser humano voltou a pisar na Lua. No entanto, isso está prestes a mudar. Em 2024, a NASA (Agência Espacial Americana) planeja enviar a primeira mulher e o próximo homem à superfície lunar, como parte do programa Artemis. E, em 2026, a ESA (Agência Espacial Europeia) planeja enviar sua própria missão lunar, com o objetivo de construir uma base permanente na Lua.
Mas, o que torna essa nova abordagem tão extraordinária? Primeiramente, é importante destacar que as duas agências espaciais, juntamente com outras parceiras internacionais, estão trabalhando juntas para alcançar esse objetivo em comum. Isso significa que, ao invés de uma competição, temos uma colaboração global em busca de novas descobertas e avanços científicos.
Além disso, a base lunar planejada pela ESA será diferente de qualquer outra já construída. Ao invés de uma base temporária, a ESA está planejando uma base permanente, que servirá como um laboratório para pesquisas científicas e como um ponto de partida para futuras missões tripuladas a Marte. Essa base também será uma oportunidade para testar tecnologias e técnicas de sobrevivência em ambientes hostis, que serão essenciais para futuras missões espaciais.
Outra mudança significativa é que, dessa vez, a exploração lunar não será apenas uma missão liderada por homens, mas sim uma missão liderada por mulheres. A NASA já anunciou que a primeira mulher a pisar na Lua será a astronauta americana, Megan McArthur, que fará parte da missão Artemis em 2024. Essa conquista é um marco importante na história da exploração espacial e mostra o avanço da igualdade de gênero no setor.
Além disso, a tecnologia avançou significativamente desde a última vez que a humanidade pisou na Lua. Agora, temos novos materiais mais leves e resistentes, novos sistemas de propulsão e novos métodos de construção que serão utilizados na construção da base lunar. Isso significa que a base será mais eficiente e sustentável do que nunca, abrindo caminho para futuras missões espaciais.
Mas as mudanças não param por aí. A ESA também está planejando uma missão lunar robótica, que será lançada em 2023. Essa missão terá como objetivo coletar amostras de solo lunar e trazê-las de volta à Terra para análise. Isso permitirá um melhor entendimento da composição da Lua e de seu potencial para futuras explorações e até mesmo colonização.
Além disso, a ESA também está trabalhando em um projeto ambicioso chamado “Moon Village” (Vila Lunar), que consiste em uma comunidade internacional na Lua, composta por diferentes módulos e habitats construí





