Em um dia de entusiasmo e otimismo no mercado financeiro, a bolsa de valores brasileira bateu mais um recorde histórico e alcançou a marca de 184 mil pontos. Enquanto isso, o dólar apresentou oscilações ao longo do dia, mas fechou em baixa e se manteve em seu menor nível em quase dois anos.
O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (28) com uma alta de 1,52%, atingindo uma valorização de 11,83% em apenas duas semanas. De fato, das últimas 11 sessões, o Ibovespa chegou ao recorde em oito delas, demonstrando a força da economia brasileira e o otimismo dos investidores.
Esses resultados positivos são reflexo de diversas notícias e indicadores que têm impulsionado o mercado financeiro. A Embraer, por exemplo, anunciou que fechou o ano de 2025 com a maior carteira de pedidos de sua história, o que demonstra um ótimo desempenho da empresa e uma confiança no mercado aeronáutico.
Além disso, o Banco Central decidiu manter os juros básicos em 15% ao ano pela quinta vez consecutiva. Essa decisão não surpreendeu o mercado, mas ainda assim contribuiu para o clima de euforia, pois confirmou que o BC deve começar a reduzir a taxa de juros a partir de março. Essa perspectiva é extremamente positiva para a economia brasileira, pois atrai capitais financeiros para o país e, consequentemente, ajuda a manter a cotação do dólar em níveis mais baixos.
E falando em dólar, a moeda estadunidense teve um dia de ajustes no mercado de câmbio. Após duas quedas consecutivas, o dólar comercial fechou o dia em R$ 5,206, mesmo nível de ontem (27). Porém, a cotação chegou a atingir R$ 5,17 durante a manhã, mas logo se recuperou quando investidores aproveitaram a oportunidade para comprar a moeda a um preço mais baixo. No final do dia, o dólar teve uma pequena alta, mas ainda assim se manteve em um patamar considerado baixo, o menor desde maio de 2025.
No acumulado de 2026, o dólar já apresenta uma queda de 5,16%, o que é uma ótima notícia para a economia brasileira. Com a moeda estrangeira mais barata, o país se torna mais atraente para investimentos, o que pode beneficiar diversos setores e contribuir para o crescimento econômico.
Tanto o mercado brasileiro quanto o internacional reagiram de forma positiva às decisões do Banco Central do Brasil e do Federal Reserve dos Estados Unidos. Enquanto o Fed manteve os juros básicos da maior economia do mundo em uma faixa entre 3,5% e 3,75%, o Copom decidiu manter a Taxa Selic em 15% ao ano, mas sinalizou uma possível redução para março. Essa diferença em relação aos juros americanos é um fator importante para atrair investimentos para o Brasil, o que ajuda a manter a cotação do dólar em níveis mais baixos.
Em resumo, o dia foi de grandes conquistas para o mercado financeiro brasileiro. A bolsa de valores bateu mais um recorde, o dólar se manteve em patamares baixos e as decisões dos bancos centrais trouxeram ainda mais otimismo para os investidores. O cenário é extremamente positivo e promissor, e a economia brasileira mostra sua força e resiliência.
É importante lembrar que, mesmo em meio a um contexto de incert





