A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta segunda-feira (24) o Calendário do Futebol Feminino para o ano de 2026, trazendo novidades e investimentos importantes para a modalidade. Com o objetivo de fortalecer e fomentar o futebol feminino no Brasil, a CBF promete um ano repleto de oportunidades e crescimento para as jogadoras e equipes.
Uma das principais mudanças anunciadas é o aumento do número de equipes da Série A1 do Campeonato Brasileiro, que passará de 16 para 18 participantes. A competição será disputada entre 15 de fevereiro e 4 de outubro, o que significa um aumento de 84% no número de jogos em relação ao ano anterior. Essa ampliação é fundamental para que mais times possam competir em alto nível e mostrar o seu potencial.
Outra grande novidade é o aumento de confrontos na Copa do Brasil feminina, que passará de 64 para 72 jogos. A competição, que envolverá 66 clubes de todas as regiões do país, será disputada entre 22 de abril e 15 de novembro. Além disso, a partir das quartas de final, os jogos serão disputados em formato de ida e volta, proporcionando mais emoção e equilíbrio na disputa pelo título.
E não para por aí. A CBF também anunciou uma mudança importante na Supercopa Feminina, que agora seguirá o mesmo modelo do futebol masculino, envolvendo apenas o campeão da Série A1 do Brasileiro e o vencedor da Copa do Brasil. Com isso, o título será definido em uma única partida, marcada para o dia 8 de fevereiro.
Outro ponto que merece destaque é o apoio inédito às atletas mães e lactantes. A partir de agora, elas terão a oportunidade de levar seus filhos em viagens com os custos pagos pela CBF. Essa iniciativa é fundamental para garantir que as jogadoras tenham condições de conciliar a maternidade com a carreira no futebol, além de incentivar a presença feminina no esporte.
A CBF também anunciou investimentos no futebol feminino de base, visando o fortalecimento e a renovação da modalidade. Com isso, mais jovens terão a oportunidade de se desenvolver e conquistar espaço no cenário nacional e internacional. Essa é uma medida fundamental para garantir a sustentabilidade e o crescimento do futebol feminino no país.
De acordo com a entidade máxima do futebol brasileiro, essas mudanças visam fomentar e consolidar a modalidade, especialmente às vésperas da Copa do Mundo que o Brasil sediará em 2027. É uma oportunidade única para mostrar ao mundo a força e a qualidade do futebol feminino brasileiro, que tem conquistado cada vez mais espaço e reconhecimento.
O presidente da CBF, Samir Xaud, destacou a importância dessas mudanças para o desenvolvimento do futebol feminino no país. “Assim como fizemos no futebol masculino, passamos os últimos meses analisando e estudando oportunidades de melhorar o calendário e o fomento do futebol feminino. Ouvimos especialistas, federações, clubes e jogadoras. E chegamos a um modelo que atende a demandas importantes, colocando o futebol feminino brasileiro onde merece estar”, afirmou.
Além disso, a CBF divulgou que o investimento total nas competições femininas será de R$ 685 milhões, um aumento significativo em relação aos anos anteriores. Com isso, haverá um aumento de 41% nas datas do calendário, 84% no número de partidas e 69% de vagas no calendário nacional. São números que demonstram o




