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Estudo dimensiona impacto duradouro do suicídio na saúde de familiares

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Estudo dimensiona impacto duradouro do suicídio na saúde de familiares

A perda de um ente querido por suicídio é uma experiência devastadora e dolorosa que afeta não apenas a pessoa que se foi, mas também aqueles que ficam. Um novo estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que os familiares de vítimas de suicídio ficam mais vulneráveis até anos após a perda, destacando a importância de oferecer suporte e cuidados a longo prazo para essas pessoas.

A pesquisa, publicada na revista científica “Journal of Affective Disorders”, foi realizada com 100 familiares de vítimas de suicídio, com idades entre 18 e 65 anos, de diferentes regiões do país. O objetivo era avaliar o impacto do suicídio na saúde mental e física desses familiares, bem como identificar possíveis fatores de risco e proteção.

Os resultados foram alarmantes: 70% dos entrevistados apresentaram sintomas de transtornos mentais, como depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático, até cinco anos após a perda. Além disso, 60% relataram problemas de saúde física, como dores crônicas e distúrbios do sono. Esses números são significativamente maiores do que os encontrados em estudos anteriores sobre o tema.

O estudo também apontou que a maioria dos familiares entrevistados não recebeu nenhum tipo de suporte psicológico após a perda. Isso mostra a importância de oferecer suporte e cuidados a longo prazo para essas pessoas, que muitas vezes são esquecidas após o funeral.

A pesquisadora responsável pelo estudo, Dra. Maria Júlia Kovács, ressalta que o impacto do suicídio na saúde dos familiares é duradouro e pode ser ainda mais intenso do que o luto por outras causas de morte. “O suicídio é uma morte violenta e estigmatizada, o que pode dificultar ainda mais o processo de luto e a recuperação dos familiares”, explica.

Além disso, a Dra. Maria Júlia Kovács destaca que a falta de informação e o preconceito em relação ao suicídio também contribuem para a vulnerabilidade dos familiares. Muitas vezes, eles se sentem culpados e envergonhados pela morte do ente querido, o que pode agravar ainda mais os problemas de saúde mental.

Diante desses resultados, é fundamental que a sociedade e os profissionais de saúde estejam mais atentos às necessidades dos familiares de vítimas de suicídio. É preciso oferecer suporte emocional e psicológico a longo prazo, além de promover a conscientização e o diálogo sobre o tema.

A Dra. Maria Júlia Kovács também ressalta a importância de se investir em políticas públicas de prevenção ao suicídio e de apoio aos familiares. “É preciso que haja uma rede de apoio efetiva para essas pessoas, com profissionais capacitados e serviços de saúde mental acessíveis e de qualidade”, afirma.

É importante lembrar que o suicídio não é uma escolha, mas sim um ato extremo de sofrimento e desespero. Por isso, é fundamental quebrar o tabu e falar sobre o assunto de forma aberta e acolhedora. A prevenção ao suicídio começa com a conscientização e a empatia.

Se você conhece alguém que perdeu um ente querido por suicídio, ofereça seu apoio e esteja presente para ouvir e acolher. Se você está passando por essa situação, saiba que não está sozinho e que é possível superar essa dor. Procure ajuda e não tenha vergonha de buscar apoio emocional e psicológico.

O estudo da Fiocruz é um

Tags: Prime Plus

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