A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) expressou sua profunda tristeza e condenou veementemente o ataque israelense que resultou na morte de oito paramédicos do Crescente Vermelho no sul da Faixa de Gaza. O incidente ocorreu no último domingo, quando as ambulâncias da organização humanitária foram alvo de bombardeios, causando a morte de oito profissionais que estavam prestando assistência médica às vítimas do conflito na região.
A FICV, que é a maior rede humanitária do mundo, com mais de 190 sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, manifestou sua solidariedade e apoio às famílias das vítimas e à equipe do Crescente Vermelho Palestino. Em um comunicado oficial, a organização expressou sua preocupação com a segurança dos trabalhadores humanitários que estão arriscando suas vidas para salvar outras vidas em meio ao conflito em Gaza.
O presidente da FICV, Francesco Rocca, afirmou que “é inaceitável que os paramédicos, que estão prestando assistência médica imparcial e neutra, sejam alvos de ataques. Eles são protegidos pelo direito internacional humanitário e devem ser respeitados e protegidos em todas as circunstâncias”. Rocca também pediu que todas as partes envolvidas no conflito respeitem o trabalho humanitário e garantam a segurança dos profissionais que estão atuando na linha de frente.
O Crescente Vermelho Palestino também emitiu um comunicado condenando o ataque e pedindo uma investigação imediata e transparente sobre o incidente. A organização afirmou que os paramédicos estavam claramente identificados com o emblema da Cruz Vermelha e que estavam realizando seu trabalho humanitário de forma imparcial e neutra. O Crescente Vermelho Palestino também destacou que este não é um incidente isolado e que os trabalhadores humanitários têm sido alvo de ataques constantes durante o conflito em Gaza.
A morte dos oito paramédicos do Crescente Vermelho é um triste lembrete de que os civis e os trabalhadores humanitários são as maiores vítimas dos conflitos armados. A FICV e suas sociedades nacionais têm trabalhado incansavelmente para prestar assistência médica e humanitária às vítimas do conflito em Gaza, mas a violência contínua e os ataques às equipes de resgate dificultam o trabalho desses profissionais.
A FICV também pediu que todas as partes envolvidas no conflito respeitem o direito internacional humanitário e garantam a proteção dos civis e dos trabalhadores humanitários. A organização reiterou que os paramédicos e outros profissionais de saúde devem ser respeitados e protegidos em todas as circunstâncias, pois estão desempenhando um papel vital na prestação de assistência médica às vítimas do conflito.
Além disso, a FICV também pediu que a comunidade internacional se una para encontrar uma solução pacífica e duradoura para o conflito em Gaza. A organização enfatizou que a violência só trará mais sofrimento e mortes, e que é necessário um esforço conjunto para alcançar a paz e a estabilidade na região.
A morte dos oito paramédicos do Crescente Vermelho é uma tragédia que deve ser condenada por todos. É um lembrete de que a proteção dos trabalhadores humanitários e dos civis deve ser uma prioridade em qualquer conflito armado. A FICV continuará trabalhando para prestar assistência às vítimas do conflito em Gaza e para garantir





